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Ada é Michaela Dippel, originária de Friedberg, perto de Frankfurt, onde foi vocalista de uma banda rock. Só quando se mudou para Colónia é que se centrou no portátil e nas suas potencialidades musicais. Fez remisturas para nomes como Metope, Basteroid e Konfekt, mas foi com Blindhouse que demonstrou toda a sua força e alcançou o sucesso. Edita regularmente pela Arial Records e faz parte da carteira de artistas de live acts da conceituada Kompakt. Munida de sintetizadores e samplers produz músicas frescas e envolventes, típicas de uma Colónia contemporânea, mas ao mesmo tempo quentes e retro - estruturadas em formato canção. Ada é neste momento a grande coqueluche do movimento minimal de Colónia. O primeiro álbum Blondie é um registo que dá mostras de um grande talento e de uma capacidade ímpar na arte de dotar o techno de uma apurada sensibilidade. Esteve presente no Op Art pela primeira vez em Outubro de 2003, onde foi protagonista de uma noite memorável para todos, inclusive para a própria, que escolheu este local para realizar a sua primeira actuação no estrangeiro. Agora, Michaela Dippel é senhora de um dos concertos mais requisitados de Colónia, apresentando-se frequentemente nos principais clubes da Europa. Alguns dos seus trabalhos como Blindhouse, LuckyCharm, Believer, Lovelace e Arriba Amoeba tornaram-se rapidamente grandes êxitos, fazendo parte das listas de preferência de DJs como Michael Mayer ou Sven Vath. Ultimamente Ada tem feito um uso mais frequente da voz, conferindo às músicas um lado mais humano, dócil e envolvente. Actuou pela segunda vez no Op Art em Janeiro de 2005 e os críticos nacionais renderam-se à sua música, apressando-se a apelidá-la de Rainha dos Botões. Apetece dizer “The Machines are sexy”.
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